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ESCOLAS
DE SAMBA |
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o samba
escolas de samba |
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maior espetáculo da terra, esperado,
assistido e admirado por milhões de pessoas
no mundo inteiro. Um universo de cores, brilhos
e belezas que é uma das maiores manifestações
da cultura, da graça e da beleza de um
Brasil místico e pacífico que
encanta e enche os olhos do mundo. |
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HISTÓRIA: |
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A Acadêmicos do Salgueiro
nasceu da fusão de duas escolas de samba existentes
no Morro do Salgueiro: a Azul e Branco e a Depois
Eu Digo, que sozinhas não conseguiam ameaçar a hegemonia
das grandes escolas da época: Mangueira, Portela e
Império Serrano. Um dia, as baterias das duas escolas
desceram o morro e arrastaram uma multidão até a Praça
Saens Peña - era o início de uma fusão promissora.
As cores escolhidas foram o vermelho e o branco, que
não eram usados por nenhuma outra escola. Em 1953,
então, era fundado o Grêmio Recreativo Escola de Samba
Acadêmicos do Salgueiro.
A partir de 1958,
Nélson de Andrade entrou para a presidência da escola
e o Salgueiro desencadeou uma série de transformações
no carnaval do Rio de Janeiro. A agremiação adotou
o lema “nem melhor, nem pior, apenas uma escola diferente”,
revolucionando a concepção e a organização dos desfiles
realizados até então.
Na década de
60, o Salgueiro mudou o carnaval carioca, apresentando
enredos que fugiam aos temas tradicionais dos desfiles.
Logo em 1960, Fernando Pamplona, então estudante da
Escola de Belas Artes, foi convidado para produzir
o carnaval daquele ano, ao lado do casal Dirceu e
Marie Louise Nery e do figurinista Arlindo Rodrigues.
Pamplona propôs o enredo "Quilombo dos Palmares",
em homenagem a Zumbi, e fez um desfile histórico,
que acabou sagrando-se campeão, empatado com outras
quatro escolas:
Portela, Mangueira, Unidos da Capela e Império Serrano.
O Salgueiro obteve sua segunda vitória - desta vez
sozinha - em 1963, com o enredo "Chica da Silva".
Novo título viria em 1965, com "História do Carnaval
Carioca - Eneida", escolhido por Pamplona para
o desfile que comemorou o IV Centenário da Cidade
do Rio de Janeiro. Nesse ano, o carnavalesco teve
como ajudante um jovem bailarino do Teatro Municipal,
Joãosinho Trinta.
Desafiadora de seu
tempo, a escola do morro da Tijuca se manteve no grupo
de elite do samba, sempre entre as oito primeiras
classificadas, em 49 carnavais disputados. Além das
vitórias em 60 e 65, fazem parte dos inesquecíveis
carnavais do Salgueiro, os de 1963, com "Chica
da Silva"; 1969, com "Bahia de todos os
deuses"; 1971, com "Festa para um Rei Negro";
1974, com "O Rei de França na Ilha da Assombração";
1989 com "Templo negro em tempo de consciência
negra", e o desfile de 1993, com o enredo "Peguei
um Ita no Norte".
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FICHA TÉCNICA:
Cores: Vermelho e branco
Localização (Quadra) :Rua Silva Teles, 104,
Andaraí. Tel: (21) 2238-9226 / 2268-0548 / 2238-0389
Dia e horário do ensaio na quadra: Confira na
Agenda de Shows do
Rio de Janeiro
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Títulos: |
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1960 |

1963 |

1965 |

1969 |

1971 |

1974 |

1975 |

1993 |
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SAMBA ENREDO 2008: |
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| "O RIO DE JANEIRO CONTINUA SENDO..."
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Carnavalesco
Renato Lage & Márcia
Lávia
Compositores:Dudu Botelho - Marcelo Motta - Josemar Manfredini – João Conga - Luiz Pião
Intérprete: Quinho
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Canta meu Salgueiro!
Um "Rio de amor" vai desaguar
Meus versos vêm no "tom" da poesia
Da beleza que irradia
E fez o lusitano se encantar
Paraíso de riquezas naturais
Coração do meu país
Seduzindo a nobreza
Terra de gente feliz
Chega a Família Real
Dando um charme especial
O porto agita a Praça Mauá
Onde a semente do samba se fez brotar
Eu sou o rei da boemia
Carioca, sou da Lapa, patrimônio cultural
E me banhei de alegria, tiro onda, dou meu jeito
Minha vida é um carnaval
Divina obra-prima pra se admirar
Entre morros e ladeiras
A brisa embala as ondas do mar
Essa gente tão cheia de graça
O turista que leva saudade
E o Redentor abençoando
Maravilhosa cidade
O suburbano improvisando muito bem
Vai batucando na lotada ou no trem
E deixa o sol bronzear
No calor do meu Salgueiro
Eu sou raiz desse chão
E canto a minha emoção
Salve o Rio de Janeiro
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